Você acorda e vai trabalhar. Faz o que precisa fazer. Converse com as pessoas certas. Toma as decisões esperadas. E no final do dia, há uma sensação estranha: você não se reconhece. Como se estivesse assistindo sua própria vida de fora. Como se estivesse interpretando um papel que alguém escreveu para você, mas você nunca …
A página em branco intimida. Você compra um caderno bonito, separa uma caneta, senta-se com toda a intenção de começar um diário de autoconhecimento e então… nada. A mente fica vazia, as palavras não vêm, e aquela voz interna sussurra que talvez você não tenha nada importante para dizer. Mas a verdade é que começar …
Você tem um caderno onde escreve sobre o dia a dia. Talvez tenha um para trabalho, outro para listas, outro para pensamentos aleatórios. Mas você não tem um caderno dedicado exclusivamente às suas transições. Às mudanças que te transformam. Aos recomeços que marcam quem você era antes e quem você se torna depois. E então, …
Uma das confusões mais profundas que você pode viver é não saber mais onde termina o que você quer e onde começa o que os outros esperam de você. Porque desde cedo você aprende a moldar seus desejos de acordo com aprovação externa. A agradar, a se encaixar, a querer o que é esperado que …
A história que você conta sobre sua vida não é a única versão possível. É apenas a versão que você escolheu, consciente ou inconscientemente, ao longo dos anos. E muitas vezes, essa versão é dura demais. Você se lembra dos seus erros como falhas irreparáveis, das suas escolhas como provas de fraqueza, das suas dores …
Conversar com seu eu do futuro não é exercício de futurologia. É uma forma de criar clareza sobre quem você quer se tornar e o que precisa fazer agora para chegar lá. Porque quando você imagina a versão futura de si mesmo, está na verdade revelando valores, desejos e direções que já existem dentro de …
A vergonha aparece no momento em que você coloca a primeira palavra no papel. Não é uma vergonha racional, que você consegue explicar ou justificar. É aquela sensação visceral de estar se expondo demais, de estar sendo dramático, de estar dando importância exagerada aos seus sentimentos. E mesmo sabendo que ninguém vai ler, mesmo estando …
Você começou o ritual. Estava indo bem. Dez minutos pela manhã, alguns minutos à noite. Virou hábito. E então aconteceu: uma semana de caos. Projeto urgente no trabalho, doença na família, crise em um relacionamento, mudança de casa, qualquer coisa que transforme sua vida em um tornado. E de repente, aquele ritual que estava tão …
Você deita na cama e a mente dispara. Tudo que aconteceu durante o dia começa a rodar: a conversa que não saiu como esperava, a tarefa que ficou pela metade, aquela coisa que você disse e agora se arrepende, a preocupação com amanhã. E quanto mais você tenta dormir, mais acordado fica, preso em um …
Mudar o dia inteiro em dez minutos parece exagero, mas não é. O que você faz nos primeiros minutos da manhã define o tom interno com que você atravessa tudo o que vem depois. Se você começa reagindo (abrindo WhatsApp, e-mail, notícias), entra no dia no modo defesa. Se você começa se ouvindo, se organizando …










